Preservale em defesa do Rio


DSC 6752O Preservale se juntou aos mais de cento e cinqüenta mil cariocas e fluminenses que invadiram as ruas do Centro do Rio de Janeiro, no dia 10 de novembro, numa clara demonstração de força e de amor ao Rio de Janeiro e contra o projeto aprovado pelo Senado que reduz dos atuais vinte e seis por cento para 17 por cento, em 2012, a distribuição dos Royalties para os estados produtores e, em 2019, para quatro por cento.

 

DSC 6752O Preservale se juntou aos mais de cento e cinqüenta mil cariocas e fluminenses que invadiram as ruas do Centro do Rio de Janeiro, no dia 10 de novembro, numa clara demonstração de força e de amor ao Rio de Janeiro e contra o projeto aprovado pelo Senado que reduz dos atuais vinte e seis por cento para 17 por cento, em 2012, a distribuição dos Royalties para os estados produtores e, em 2019, para quatro por cento.

Depois de seguirem em caminhada pla Avenida Rio Branco junto com o assessor de comunicação  Júlio Cesar Rocha (foto), o presidente do Preservale, Nestor Rocha, e sua esposa, a jornalista Liliana Rodriguez, munidos de adesivos do Instituto, levaram pessoalmente o apoio do Instituto ao Governador do Estado, Sergio Cabral. Para Nestor, o momento é de união em torno da manutenção dos recursos dos royalties no Rio. “Tirar do Estado do Rio estes recursos é penalizar a população e sacrificar projetos de desenvolvimento, como aqueles que visam a revitalização do Vale do Café fluminense”, disse. 

O que está em jogo é uma receita de vinte e oito bilhões de reais provenientes dos Royalties e do Fundo de Participação. Os 87 municípios do Estado do Rio, que serão afetados caso a redistribuição dos royalties seja concretizada, não param de contabilizar os prejuízos que afetarão o funcionalismo. Em Macaé, um dos cenários mais graves: as perdas devem chegar a R$ 150 milhões no ano que vem. Isto significa que a cidade poderá ter de 35% a 40% a menos de royalties do que em 2011. 

São dois projetos possíveis. Um, que acaba de ser aprovado pelo Senado e que deseja tirar de estados e municípios produtores e distribuir essas compensações para Estados e Municípios que não tem nenhum impacto ambiental decorrente do processo de produção e que vão receber o dinheirinho na mamata, e outro, proposto pelas bancadas do Rioe Espírito Santo, que quer distribuir mais dinheiro aos Estados e Municípios não produtores, mantendo a participação dos Produtores, mas reduzindo a parcela da União e taxando os poços que hoje são isentos de impostos.